Concertos e recitais

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Letra da canção "A cantar"

Letra da canção "A cantar", da autoria de Manuela de Freitas e José Mário Branco. Com música de José Mário Branco, foi incluída no disco "Pelo dia dentro", de Camané (2001), no qual José Mário Branco foi responsável pelos arranjos e pela direcção musical. Com orquestração de José Mário Branco, foi incluída em actuações ao vivo de Camané com Carlos do Carmo, realizadas em 2006. Inclui apontamentos.

José Mário Branco

Letra da canção "A cantiga é uma arma"

Letra da canção "A cantiga é uma arma", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída gravada e publicada pelo Grupo de Acção Cultural - "Vozes na Luta", em 1975. Esta canção foi incluída nos espectáculos realizados em 1997, dos quais resultaria o disco "José Mário Branco ao Vivo em 1997".

José Mário Branco

Letra da canção "A cantiga é uma arma"

Letra da canção "A cantiga é uma arma" (com indicação "revisited"), da autoria de José Mário Branco. Foi publicada em single e incluída no LP "A cantiga é uma arma", do Grupo de Acção Cultural - Vozes na Luta, publicado em 1975. Foi incluída em vários espectáculos de José Mário Branco.

José Mário Branco

Letra da canção "A cantiga é uma arma (revisited)"

Letra da canção "A cantiga é uma arma" (com indicação "revisited"), da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída gravada e publicada pelo Grupo de Acção Cultural - "Vozes na Luta", em 1975. Esta canção foi incluída nos espectáculos realizados em 1997, dos quais resultaria o disco "José Mário Branco ao Vivo em 1997".

José Mário Branco

Letra da canção "A Escola do Monte" + excerto de partitura da canção "Inquietação"

Letra da canção "A Escola do Monte" da autoria de Carlos Tê, incluída num projecto com o título "Combóio do Interior". Esta letra foi impressa numa folha de rascunho que inclui excerto de partitura da canção "Inquietação", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída nos espectáculos "Ser Solidário" (1980/1982) de José Mário Branco, organizados pelo Teatro do Mundo, e foi também incluída no disco "Ser Solidário", publicado em 1982. Presume-se que esta partitura foi produzida para interpretação da canção em actuações ao vivo.

José Mário Branco

Letra da canção "A gente não lê"

Letra da canção "A gente não lê", da autoria de Carlos Tê e musicada por Rui Veloso. Esta canção foi incluída nos espectáculos "Sons do Porto - A cidade a oito vozes" apresentados pelo Canto Nono no âmbito da programação do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura; e no disco "O Porto a Oito Vozes", publicado em 2003. José Mário Branco foi responsável pela composição e direcção deste espectáculo e foi director musical do disco.

Carlos Tê

Letra da canção "A luta do Jornal do Comércio"

Letra da canção "A luta do Jornal do Comércio", da autoria de Tino Flores e José Mário Branco. Com música de José Mário Branco, esta canção foi elaborada no contexto da actividade do Grupo de Acção Cultural - Vozes na Luta. Foi publicada em single e incluída no LP "A cantiga é uma arma", publicado em 1975. Este documento foi presumivelmente produzido para ser utilizado em actuações.

José Mário Branco

Letra da canção "A luz de Lisboa (Claridade)"

Letra da canção "A luz de Lisboa (Claridade)", da autoria de Manuela de Freitas e música de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no disco "Esta coisa da alma", de Camané (2000), no qual José Mário Branco foi responsável pelos arranjos e pela direcção musical. Com orquestração de José Mário Branco, foi incluída em actuações ao vivo de Camané com Carlos do Carmo, realizadas em 2006.

José Mário Branco

Letra da canção "A morte nunca existiu"

Letra da canção "A morte nunca existiu", poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída no LP "Margem de certa maneira" de José Mário Branco, publicado em 1972 e nos espectáculos "Ser solidário (1980 / 1982) e no disco com o mesmo título (1982). Foi incluída em vários espectáculos de José Mário Branco. Inclui apontamento com o nome de Mário Viegas.

José Mário Branco

Letra da canção "A morte nunca existiu"

Letra da canção "A morte nunca existiu", poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída no LP "Margem de Certa Maneira" (1972) de José Mário Branco, e incluída nos espectáculos (1980-1982) e no álbum "Ser Solidário" (1982), de José Mário Branco. Esta letra foi dactilografada numa folha produzida pelo estúdio de gravação Rádio Produções Europa. Inclui cifras.

António Joaquim Lança

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