Três textos manuscritos de José Mário Branco, produzidos durante o seu exílio em França. Inclui ideias para discussão colectiva e uma acta (edital) de um grupo identificado como "Conselho de Renegados Coerentes da Carvalhosa", que inclui as siglas "JMB" (José Mário Branco), "JB" (José Barrias), "MA" (Manuel Areias), "HC" (Hélder Costa), "JB" (presumivelmente João Bernardo) e "JV" (presumivelmente Jorge Valadas). Inclui ainda um texto de crítica ao filme "O Salto" (1967), de Christian de Chalonge, no qual José Mário Branco se dirige a Luís Cília, responsável pela música deste filme.
Contactos de vários músicos participantes no duplo LP "100 Anos do 1º de Maio". Calendarização das várias fases da produção, incluindo a feitura da capa.
Correspondência entre Joëlle Ghazarian (Fenda Edições) e José Mário Branco sobre a possibilidade de publicação de uma antologia de canções. Joëlle Ghazarian é também cônjuge de Júlio Henriques, que entrevistara José Mário Branco para o periódico "Comércio do Funchal" (1970). A carta inclui também informações sobre a editora Fenda.
Apontamentos diversos relacionados com a sessão da Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque, realizada em Março de 2005. Inclui lista de pessoas, contactos e outros apontamentos. Estes apontamentos foram grafados no verso de uma folha com excerto da partitura geral da canção "Nem Deus nem Senhor (intro "A Noite")", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.