Conjunto de letras de canções enviado para José Mário Branco, intitulado "Cantos de amor e de raiva", da autoria de Zé Quitolas, pseudónimo de José António Pereira.
Guião de peça de teatro musical, intitulada "Um maltês no fim do século", da autoria de Zé Quitolas, pseudónimo de José António Pereira, enviado para José Mário Branco.
Carta de Paulo Silva, produtor do Departamento de Tratamento de Programas da RTP, para José Mário Branco, relativa ao envio de textos e de uma cassete VHS para José Mário Branco fazer a adaptação musical, propondo a realização do trabalho no estúdio do Lumiar. Este item contém ainda anotações a caneta de José Mário Branco com referência a "José António", da EMI-Valentim de Carvalho, e à entrega de declarações de rendimento. Inclui ainda um contacto de "Miko", com referência à canção "Engrenagem", da autoria de José Mário Branco, originalmente incluída no LP "Margem de Certa Maneira" (1972) e posteriormente incluída no álbum "José Mário Branco ao vivo em 1997", interpretada por José Mário Branco e pelo grupo Tetvocal.
Correspondência dos serviços de representação de teatro da Sociedade Portuguesa de Autores para José Mário Branco. Nesta correspondência, a SPA inclui o reenvio de uma "nota de instruções" em branco, para ser preenchida com as informações necessárias para a salvaguarda dos direitos de autor relativos à peça de teatro "Gulliver", encenada por Hélder Costa e estreada em 1997, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. A carta é assinada por Carlos (?), em nome do director António Reis. Inclui um contacto manuscrito com menção a "ANIM", possivelmente referindo-se ao centro de preservação Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, da Cinemateca Portuguesa.
Discurso manuscrito, realizado no âmbito de comemorações do 17º aniversário do 25 de Abril. Encontra-se assinado por "Os n/artistas", estando possivelmente relacionado com a UPAV. O verso da folha contém um manuscrito do poema "Uma vez que já tudo se perdeu", da autoria de Ruy Belo. Este poema foi musicado por José Mário Branco e incluído no álbum "Uma Noite de Fados" (1995), de Camané, com produção de José Mário Branco. Fez também parte do alinhamento dos espectáculos e álbum de José Mário Branco "Ao vivo em 1997".
Alinhamento/programa de actuação de José Mário Branco em Odemira, realizado a 25 de Abril (provavelmente de 1988), impresso numa folha template com o símbolo da UPAV. Inclui um alinhamento de canções: "Águas paradas não movem moinhos"; "Queixa das almas jovens censuradas"; "Tiro-no-liro"; "Quantos é que nós somos?"; "Remendos e côdeas"; "Zeca"; "Quando eu for grande"; "Cada dia são cem"; "Fado Penélope"; "Primavera"; "Fado da tristeza"; "Os meninos de amanhã"; "Sant'Antoninho"; "A velha mãe e seus dois filhos"; "Camões e a tença"; "Emigrantes da 4ª dimensão"; "Eu vim de longe (Chulinha)"; "Confederação"; "A cantiga é uma arma".
Letra da canção "Quando eu for grande... (Carta aos meus netos)", escrita por Manuela de Freitas e José Mário Branco, musicada por José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991.