Excerto da letra da canção "Quantos é que nós somos?", escrita por Manuela de Freitas e José Mário Branco e musicada por José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "Festa de Abril", publicado em 1987 pela Associação 25 de Abril. Este excerto foi grafados no verso de uma folha de guias de ocupação do Angel Studio.
Excerto da letra da canção "Eu vim de longe, eu vou p'ra longe" de José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída no disco "Ser Solidário" (1982). Este documento está relacionado com a utilização da canção em espectáculos realizados por José Mário Branco. Inclui anotação com o nome de Camané.
Excerto da letra da canção "A cantiga é uma arma", da autoria de José Mário Branco. Foi publicada em single e incluída no LP "A cantiga é uma arma", do Grupo de Acção Cultural - Vozes na Luta, publicado em 1975. Foi incluída em vários espectáculos de José Mário Branco.
Excerto manuscrito da letra da canção "A cantiga é uma arma", da autoria de José Mário Branco. Foi publicada em single e incluída no LP "A cantiga é uma arma", do Grupo de Acção Cultural - Vozes na Luta, publicado em 1975. Foi incluída em vários espectáculos de José Mário Branco.
Letra da canção "Eu vivo a vida perdida", da autoria de Amália Rodrigues. Com música de Amélia Muge e arranjos de José Mário Branco e António José Martins, esta canção foi incluída no disco "Amélia Com Versos de Amália", de Amélia Muge, publicado em 2014. José Mário Branco foi responsável por arranjos de canções e foi co-director musical deste disco. Inclui anotações.
Folha com o título "Eu Vim de Longe", título de uma canção de José Mário Branco incluída nos espectáculos "Ser Solidário" (1980/1982) de José Mário Branco, organizados pelo Teatro do Mundo e no disco com o mesmo título (1982). Esta folha contém no verso um excerto do guião da série de animação televisiva da RTP "As Aventuras de Teddy Ruxpin" (1989), para a qual José Mário Branco foi responsável pela adaptação musical.
Transcrição manuscrita do poema "Et coelum et virtus", de Antero de Quental, originalmente publicado nas "Odes Modernas". Foi utilizado como apoio para a música da peça de teatro "O Guardião do Rio", encenada por Adolfo Gutkin para o Teatro do Mundo em 1980 e na qual José Mário Branco participou como actor e foi responsável pela música. Foi escrito no verso de folhas de dados do Banco Borges & Irmão.
Calendário de sessões de gravação em estúdio do disco "A Noite", de José Mário Branco, publicado pela UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades, em 1985. Inclui indicação de instrumentos e de músicos a convidar. O verso da folha inclui indicação de tempos de canções incluídas no disco.
Mapeamento de gravação em estúdio do disco "A Noite", de José Mário Branco, publicado pela UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades, em 1985. Inclui indicação de tempos, instrumentos utilizados e músicos a participar em cada canção. Inclui as seguintes canções: "Tiro-no-liro", "Moncorvo" (rasurada e não incluída no disco), "Elogio da corporação", "Arrocachula", "Camões e a tença", "Cá vai Caneças"; Face B: "Tentanda via", "A Noite", "Cantiga do leite" e "Alvorada". O verso da folha inclui contas relativas ao tempo das canções.