Partitura / parte de guitarra (junto com a flauta) da canção "Que força é essa", da autoria de Sérgio Godinho, com arranjo musical de José Mário Branco. Presume-se que esta partitura esteja relacionada com actuações ao vivo de José Mário Branco, realizadas em 2005.
Capa de subpasta com o título "É Natal". Este título corresponde a uma canção de José Mário Branco, também intitulada "Setenta e três menos cinco", com letra de Mário Jorge Bonito. Não há registo que esta canção tenha sido publicada., mas presume-se que tenha sido considerada para ser incluída em concertos de José Mário Branco, incluindo o espectáculo "A Noite", apresentado no Coliseu de Lisboa em 1985.
Duas frases melódicas em partitura sobre versos de duas letras de Manuela de Freitas, relativas às canções "Teu Nome Lisboa", com música de José Mário Branco, gravada por Carlos do Carmo no álbum "Que Se Fez Homem de Cantar" (1990); e "A Minha Rua", interpretada por Camané sobre o Fado Alexandrino Antigo e gravada no álbum "Na Linha da Vida" (1998).
Contém documentação relacionada com o bailado "Drama Citadino - Peça tragicómica Op.4", da autoria de José Mário Branco. Esta peça, com um total previsto de oito cenas, foi criada por José Mário Branco enquanto aluno da Escola Parnaso, no Porto. As três primeiras cenas da peça foram apresentadas no "1º Festival Parnaso", realizado em 1959. Inclui apontamentos e, maioritariamente, partituras. A capa desta pasta é da responsabilidade do CESEM.
Dois textos em solidariedade da Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque. Inclui um texto assinado por Haifa Zangana (refugiada iraquiana em Londres) e outro texto assinado por Ramsey Clark, Sara Flounders e John Catalinotto.
Dois poemas da autoria de Manuel Louzã Henriques, escritos durante a sua prisão no Aljube em 1962. O primeiro poema foi oferecido pelo autor a José Mário Branco, com quem partilhava cela, no seu aniversário, que depois o musicou. O segundo poema está dedicado a "Artur".
Dois poemas de Joaquim Pessoa: "Eu poderia dizer que sem a tua boca todas as fontes hão-de secar agora" e "A tua boca, a tua boca". Estes poemas estão grafados em folhas timbradas com o nome da actriz e cantora Io Apolloni.
Dois poemas / letras de canções em francês, sem indicação de autorias. Um dos poemas / letra de canção tem como título "Vous ajouterez mon nom au tableau vert".