Dois exemplares do poema "Quatro Facas", da autoria de Manuel Alegre. Com música de Acácio Gomes (Fado Bizarro), foi incluída no álbum "Infinito Presente", de Camané, publicado em 2015. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos e pela direcção musical deste disco. Inclui anotações.
Primeiras quatro estrofes do poema "Meu Amor, de Madrugada", de Pedro Tamen, musicado por José Mário Branco numa canção interpretada por Duarte Mendes, incluída na banda sonora do filme "Coitado do Jorge", de Jorge Silva Melo, estreado em 1993. José Mário Branco foi conselheiro musical do filme, em parceria com o actor Pedro Hestnes. José Mário Branco participou também como actor.
Fotocópia de partitura de "Quarteto nº 2, Opus 92" de Serguei Prokofiev. José Mário Branco utilizou citações desta peça para a canção "Amor gigante", da sua autoria. Esta canção foi elaborada para a peça de teatro "Gulliver", encenada por Hélder Costa e estreada em 1997, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Contém partituras de canções incluídas no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004, para serem gravadas pelo Quarteto Anthropos em Viena, Áustria. Inclui também calendário de ensaios e gravações. A capa desta subpasta inclui o nome dos membros do Quarteto Anthropos: Luis Morais, Il-Se Lee, Michael Trabesinger e Wang-Yu Ko.
Fotocópia de partitura de "Quarteto de cordas, Opus 10" de Claude Debussy. José Mário Branco utilizou citações desta peça para a canção "Amor gigante", da sua autoria. Esta canção foi elaborada para a peça de teatro "Gulliver", encenada por Hélder Costa e estreada em 1997, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Fotocópia de partitura de "Quarteto de cordas nº 3, Opus 73" de Dmitri Shostakovich, dedicada a Beethoven. José Mário Branco utilizou citações desta peça para a canção "Amor gigante", da sua autoria. Esta canção foi elaborada para a peça de teatro "Gulliver", encenada por Hélder Costa e estreada em 1997, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Fotocópia de partitura de "Quarteto de cordas" de Maurice Ravel. José Mário Branco utilizou citações desta peça para a canção "Amor gigante", da sua autoria. Esta canção foi elaborada para a peça de teatro "Gulliver", encenada por Hélder Costa e estreada em 1997, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Contém documentação relacionada com a primeira gravação para disco da canção "Quantos é que nós somos?", com letra escrita por Manuela de Freitas e José Mário Branco e musicada por José Mário Branco. A primeira versão da canção foi incluída no álbum "Festa de Abril", publicado em 1987 pela Associação 25 de Abril.
Contém partituras da canção "Quantos é que nós somos?", escrita por Manuela de Freitas e José Mário Branco e musicada por José Mário Branco. Esta canção foi inicialmente gravada e incluída no álbum "Festa de Abril", publicado em 1987 pela Associação 25 de Abril. A canção esteve para ser incluída no LP "Correspondências" (1991), o que não veio a acontecer, sendo uma nova versão incluída no duplo álbum "Obrigado Otelo", publicado em 1989 em homenagem a Otelo Saraiva de Carvalho. Foi incluída nos espectáculos "Fim de Noite" (1987). A capa desta subpasta é da responsabilidade do CESEM.
Poema / letra da canção "Quando o Fado Acontece", da autoria de Manuela de Freitas. Com música de José António Sabrosa (Fado Pintadinho), foi incluída no álbum "Infinito Presente", de Camané, publicado em 2015. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos e pela direcção musical deste disco. Inclui anotações.