Poema de João Lóio, com dedicatória a José Mário Branco. Inclui data de produção e data da dedicatória. Uma versão deste poema, com o título "Estúlios do passado" foi publicada no Boletim da FAPIR - Frente de Artistas Populares e Intelectuais Revolucionários, em Abril de 1977.
Poema "Por Um, Por Todos, Por Nenhum", da autoria de Joaquim Pessoa, presumivelmente considerado para ser incluído no álbum "Infinito Presente", de Camané, publicado em 2015. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos e pela direcção musical deste disco. Inclui o nome de David Mourão-Ferreira rasurado.
Poema de Mário de Sá-Carneiro, presumivelmente considerado para ser incluído no álbum "Infinito Presente", de Camané, publicado em 2015. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos e pela direcção musical deste disco. Inclui indicação "JMB", presumivelmente para ser responsável pela música desta canção.
"Poema do Mar" de António Botto. Este poema foi utilizado em espectáculos realizados por José Mário Branco, Manuela de Freitas, João Loio e Regina Castro, em 2001.
Poema "É noite. A noite é muito escura. Numa casa a uma grande distância", da autoria de Alberto Caeiro (heterónimo de Fernando Pessoa). Este poema foi utilizado no espectáculo "Fernando Pessoa", de Camané e Manuela de Freitas, realizado em 2002, em Bruxelas.
Poema com o título original "Under der linden", da autoria de Walther von der Vogelweide e tradução para inglês por Raymond Oliver. Este poema está relacionado com o filme "A Portuguesa" (2018), de Rita Azevedo Gomes, a partir da novela "Die Portugiesin" do escritor austríaco Robert Musil, com adaptação cinematográfica da escritora Agustina Bessa-Luís. José Mário Branco foi responsável pela música deste filme.
Poema manuscrito "Esta Gente", da autoria de Sophia de Mello Breyner. Este poema foi musicado por José Mário Branco e a canção foi incluída no espectáculo "Fim de Noite", em 1987. Inclui indicação de "Austerlitz", instrumental da autoria de José Mário Branco, originalmente incluído no LP "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades" (1971), e que foi utilizado como introdução desta canção no espectáculo. Inclui anotações.