Lista de livros de José Saramago com dedicatórias a Pilar del Río. Esta lista foi utilizada para o filme "José e Pilar" (2010), realizado por Miguel Gonçalves Mendes. Este filme incluiu duas canções de José Mário Branco, interpretadas por Camané: um remake da canção "Nem Deus nem Senhor" (com o título "Sem Deus nem Senhor", foi incluída no disco "Pelo dia dentro" de Camané, publicado em 2001, no qual José Mário Branco foi responsável pela produção e pela direcção musical; e foi também incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004); e "Já não estar" (letra de Manuela de Freitas e música de José Mário Branco).
Contém transcrições e apontamentos sobre livros de José Saramago, para serem utilizadas no filme "José e Pilar" (2010), realizado por Miguel Gonçalves Mendes. Este filme incluiu duas canções de José Mário Branco, interpretadas por Camané: um remake da canção "Nem Deus nem Senhor" (com o título "Sem Deus nem Senhor", foi incluída no disco "Pelo dia dentro" de Camané, publicado em 2001, no qual José Mário Branco foi responsável pela produção e pela direcção musical; e foi também incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004); e "Já não estar" (letra de Manuela de Freitas e música de José Mário Branco).
Partitura / parte de baixo da canção "Remendos e Côdeas". Esta canção foi originalmente incluída na versão de A Comuna da peça de teatro "A Mãe" (1977), da autoria de Bertolt Brecht, e no álbum "A Mãe" (1978) de José Mário Branco, que consiste nas canções que fizeram parte da música da peça. Foi incluída nos espectáculos ao vivo de José Mário Branco, realizados em 1997, e dos quais resultaria o disco "José Mário Branco ao Vivo em 1997".
Partitura não identificada, provavelmente relacionada com o arranjo para oito vozes da canção "Etelvina", da autoria de Sérgio Godinho. Esta encontra-se escrita numa cópia de um modelo de partitura usado para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Esta canção foi incluída nos espectáculos "Sons do Porto - A cidade a oito vozes" apresentados pelo Canto Nono no âmbito da programação do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura. Destes espectáculos resultaria o disco "O Porto a Oito Vozes", publicado em 2003. José Mário Branco foi responsável pela composição e direcção deste espectáculo e foi director musical do disco.
Letra da canção "Recado ao Porto", da autoria de José Mário Branco. Com o título "Daqui Houve Nome Portugal", foi gravada pelo cantor Rodrigo e publicada no álbum "O Fado Que Eu Canto" (1984). Com o título "Recado ao Porto" e arranjo de Ward Swingle para o grupo Canto Nono, foi incluída nos espectáculos "Sons do Porto - A cidade a oito vozes" apresentados pelo Canto Nono no âmbito da programação do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura; e no disco "O Porto a Oito Vozes", publicado em 2003. José Mário Branco foi responsável pela composição e direcção deste espectáculo e foi director musical do disco.
Partitura com arranjo para oito vozes (Canto Nono) da canção "S. João do Porto", com letra de João Lóio e música de José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída no EP "Marchas Populares", publicado em 1978. Foi incluída nos espectáculos "Sons do Porto - A cidade a oito vozes" apresentados pelo Canto Nono no âmbito da programação do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura; e no disco "O Porto a Oito Vozes", publicado em 2003. José Mário Branco foi responsável pela composição e direcção musical deste espetáculo, e foi o director musical do disco.
Manuscrito de texto / letra de canção em francês, provavelmente da autoria de José Mário Branco. Este texto foi grafado no verso de um folheto que anuncia espectáculos de René Zosso e Julos [Beaucarne] no Théâtre Mouffetard, em Paris.
Campos de tabela relacionada com as gravações dos espectáculos "Sons do Porto - A cidade a oito vozes" apresentados pelo Canto Nono no âmbito da programação do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura; e com o disco "O Porto a Oito Vozes", publicado em 2003. José Mário Branco foi responsável pela composição e direcção musical deste espetáculo, e foi director musical do disco.
Letra da canção "A cantiga é uma arma" e respetiva tradução para francês. Esta canção, da autoria de José Mário Branco, só viria a ser publicada em disco em 1975, pelo Grupo de Acção Cultural - Vozes na Luta.