Letras de canções

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Letra da canção "Por trás daquela janela"

Letra da canção "Por trás daquela janela", da autoria de José Afonso. Esta canção foi originalmente publicada no disco "Eu vou ser como a toupeira" (1972), de José Afonso. Foi incluída nos espectáculos "As margens da alegria", realizados em Abril de 1999. José Mário Branco participou nestes espectáculos e na sua organização. Inclui cifras e rasuras.

José Mário Branco

Letra da canção "Porque choram os teus olhos"

Letra da canção "Porque choram os teus olhos", da autoria de Maria Guinot. Esta canção foi incluída no programa televisivo "Deixem Passar a Música" dedicado a Maria Guinot, com a direcção musical de José Mário Branco, transmitido pela RTP em Fevereiro de 1987. Neste programa, Maria Guinot interpretou também várias canções com arranjo musical e direcção de orquestra de José Mário Branco.

Maria Guinot

Letra da canção "Portugal agora é aqui"

Letra da canção "Portugal agora é aqui" (título rasurado, com a indicação de "Canção nacional"), da autoria de José Mário Branco. Esta canção, com o título "Faduncho português", foi elaborada para a peça de teatro "Gulliver", encenada por Hélder Costa e estreada em 1997, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Com o título "Fado em dó maior", Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004 e em vários espectáculos de José Mário Branco.

José Mário Branco

Letra da canção "Povo sem lei e sem pão"

Letra da canção "Povo sem lei e sem pão", da autoria de Armindo Rodrigues. Com música de Samuel e arranjo de José Mário Branco, foi incluída no disco "Sempre um fim, sempre um começo", de Samuel, publicado em 2018. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos das canções e pela direcção musical deste disco. Inclui vários apontamentos e diagramas de acordes.

José Mário Branco

Letra da canção "Pra chegar até amanhã"

Letra da canção "Pra chegar até amanhã", da autoria de Samuel. Com arranjos de José Mário Branco e Lúcia Moniz, foi incluída no disco "Sempre um fim, sempre um começo", de Samuel, publicado em 2018. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos das canções e pela direcção musical deste disco. Inclui apontamentos.

José Mário Branco

Letra da canção "Primavera"

Letra de José Mário Branco adaptada para a canção tradicional de Trás-os-Montes "Primavera". JMB conheceu esta canção através do disco "Oito cantos transmontanos" de Francisco Domingues, publicado pelos Arquivos Sonoros Portugueses em 1961. Esta canção foi incluída no espectáculo de José Mário Branco e Jean Sommer, realizado no Teatro Rivoli, no Porto, a 22 de Dezembro de 1998.

José Mário Branco

Letra da canção "Primavera" + contactos

Letra de José Mário Branco adaptada para a canção tradicional de Trás-os-Montes "Primavera". JMB conheceu esta canção através do disco "Oito cantos transmontanos" de Francisco Domingues, publicado pelos Arquivos Sonoros Portugueses em 1961. Esta canção não está incluída em nenhum disco de José Mário Branco, mas foi interpretada diversas vezes ao vivo, inclusive numa homenagem a José Afonso na Galiza. O verso da folha contém contactos de morada e de telefone dos galegos Miro Casabella (músico), Xosé Manuel Beiras (economista e político) e Aurichu Pereira (pintora). Inclui ainda uma menção a "Isabel", não identificada.

José Mário Branco

Letra da canção "Quadras presas"

Letra da canção "Quadras presas" da autoria de João Lóio, musicada por José Mário Branco. Este documento está relacionado com a utilização da canção em espectáculos realizados por José Mário Branco, Manuela de Freitas, João Loio e Regina Castro. Inclui apontamento.

José Mário Branco

Letra da canção "Qual é a tua, ó meu?"

Letra da canção "Qual é a tua, ó meu?", da autoria de Manuela de Freitas e José Mário Branco. Com música de José Mário Branco, foi originalmente incluída nos espectáculos (1980 / 1982) e no álbum "Ser Solidário" (1982), de José Mário Branco. Presume-se que este documento esteja relacionado com a utilização da canção em actuações de José Mário Branco.

José Mário Branco

Letra da canção "Qual é coisa, qual é ela"

Letra da canção "Qual é coisa, qual é ela". Esta letra foi adaptada e musicada por José Mário Branco a partir da tradução para português da peça de teatro "A Mãe", de Bertolt Brecht, realizada por Yvette Centeno e Teresa Balté. Com o título "Qual é coisa, qual é ela (Elogio do comunismo)", foi incluída na versão desta peça pelo grupo de teatro A Comuna (1977) e foi incluída no álbum "A Mãe" (1978) de José Mário Branco, que consiste nas canções que fizeram parte da música da peça. Foi incluída em vários espectáculos de José Mário Branco. Esta letra foi impressa no verso de uma folha de teste de impressão.

José Mário Branco

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