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J.M.B. Coliseus 2004 - Letras no palco

Letras das canções incluídas nos espectáculos "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, realizados nos Coliseus do Porto e de Lisboa em maio de 2004, de apresentação do disco "Resistir é Vencer". Inclui vários apontamentos, lista de agradecimentos e músicos participantes.

José Mário Branco

JMB Recital 1997 - Análise das gravações

Mapeamento de análise das gravações das canções interpretadas no âmbito dos espectáculos de José Mário Branco ao vivo em 1997. Inclui a análise das gravações dos espectáculos realizados no Coliseu do Porto (14 de Junho), Teatro da Trindade em Lisboa (15 e 18 de Junho) e Teatro Gil Vicente em Coimbra (20 de Junho). Inclui apontamentos e observações sobre as três primeiras canções da 1ª parte dos espectáculos. Os espectáculos tiveram o seguinte alinhamento: 1ª parte - "Eh companheiro"; "Uma vez que já tudo se perdeu"; "Inquietação"; "Cantiga de trabalho"; "Engrenagem"; "Elogio da corporação"; "Remendos e côdeas"; "Do que um homem é capaz"; "Moncorvo torre e gente"; "Shalom Palestina"; "Arrocachula"; "Margem de certa maneira"; "Ser solidário"; 2ª parte - "1900"; "De pé"; "Menina dos meus olhos"; "Amor gigante"; "Teu nome Lisboa"; "Capote preto, capote branco"; "Terra quente"; "As canseiras desta vida"; Eram mais de mil"; "Emigrantes da quarta dimensão"; "Queixa das almas jovens censuradas"; "A noite"; "Cantiga de alevantar "Leva-leva".
O duplo CD "Ao Vivo em 1997" resultou da gravação dos espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997.

José Mário Branco

JMB Recital 1997 - Análise das gravações

Mapeamento de análise das gravações das canções interpretadas no âmbito dos espectáculos de José Mário Branco ao vivo em 1997. Inclui a análise das gravações dos espectáculos realizados no Coliseu do Porto (14 de Junho), Teatro da Trindade em Lisboa (15 e 18 de Junho) e Teatro Gil Vicente em Coimbra (20 de Junho). Inclui vários apontamentos e observações sobre cada uma das canções: 1ª parte - "Eh companheiro"; "Uma vez que já tudo se perdeu"; "Inquietação"; "Cantiga de trabalho"; "Engrenagem"; "Elogio da corporação"; "Remendos e côdeas"; "Do que um homem é capaz" (rasurada); "Moncorvo torre e gente"; "Shalom Palestina"; "Arrocachula"; "Margem de certa maneira"; "Ser solidário"; 2ª parte - "1900"; "De pé"; "Menina dos meus olhos"; "Amor gigante" (rasurada); "Teu nome Lisboa"; "Capote preto, capote branco"; "Terra quente"; "As canseiras desta vida"; Eram mais de mil" (rasurada); "Emigrantes da quarta dimensão"; "Queixa das almas jovens censuradas"; "A noite"; "Cantiga de alevantar "Leva-leva".
O duplo CD "Ao Vivo em 1997" resultou da gravação dos espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997.

José Mário Branco

Jorge Lomba - "Jorge Lomba"

Folha com excerto do contrato de produção fonográfica entre a UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades e o artista-sócio Jorge Lomba para edição do disco "Jorge Lomba". Este contrato foi da responsabilidade de José Mário Branco. Inclui número de catálogo "U-90.006".

José Mário Branco

José Mário Branco - "Correspondências"

Folha com excerto do contrato de produção fonográfica entre a UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades e o artista-sócio José Mário Branco para edição do disco "Correspondências". Este contrato foi da responsabilidade de Rodrigo. Inclui número de catálogo "U-90.001".

José Mário Branco

Letra da canção "A morte nunca existiu"

Letra da canção "A morte nunca existiu", poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída no LP "Margem de Certa Maneira" (1972) de José Mário Branco, e incluída nos espectáculos (1980-1982) e no álbum "Ser Solidário" (1982), de José Mário Branco. Esta letra foi dactilografada numa folha produzida pelo estúdio de gravação Rádio Produções Europa. Inclui cifras.

António Joaquim Lança

Letra da canção "Quantos é que nós somos?" + partitura e outras informações

Letra manuscrita da canção "Quantos é que nós somos?", com rasuras, escrita por Manuela de Freitas e José Mário Branco e musicada por José Mário Branco. O verso da folha inclui uma partitura e cifras. Inclui também as datas 27 de Fevereiro e 5/6 de Março, possivelmente para a gravação da canção. Esta canção foi incluída no álbum "Festa de Abril", publicado em 1987 pela Associação 25 de Abril. Inclui ainda uma morada e conta do BPA - Banco Português do Atlântico.

José Mário Branco

Letra da canção "Que força é essa" + alinhamento de espectáculo

Letra da canção "Que força é essa", da autoria de Sérgio Godinho. José Mário Branco foi responsável pelo arranjo musical de uma versão desta canção, incluída no disco "O Irmão do Meio", de Sérgio Godinho, publicado em 2003. Esta letra foi impressa no verso de uma folha com o alinhamento do espectáculo "Cantar de Novo", de José Mário Branco, realizado na FIL a 11 de Setembro de 1999. Inclui indicação dos músicos participantes e outras observações.

José Mário Branco

Letras das canções "Menino de oiro", "Mãe pobre", "Os homens que vão para a guerra" e "Por trás daquela janela"

Letras diversas. Inclui excertos das letras das canções "Menino de Oiro" (José Afonso), "Os homens que vão para a guerra" (canção tradicional harmonizada por Lopes-Graça) e "Por trás daquela janela" (José Afonso). Inclui também a letra da canção "Mãe pobre", poema de Carlos de Oliveira musicado por Fernando Lopes-Graça. Estas canções foram incluídas nos espectáculos realizados no âmbito da actividade do Bloco de Esquerda, em 1999. José Mário Branco participou nestes espectáculos e na sua organização. O verso da folha inclui excerto do alinhamento do espectáculo "Cantar de Novo", realizado a 11 de Setembro de 1999, na FIL.

José Mário Branco

Letras das canções "Por riba se ceifa o pão" e "Mãe pobre"

Letras das canções "Por riba se ceifa o pão", canção tradicional musicada pelos Gaiteiros de Lisboa; e "Mãe pobre", poema de Carlos de Oliveira musicado por Fernando Lopes-Graça. Estas duas canções foram incluídas nos espectáculos realizados no âmbito da actividade do Bloco de Esquerda, em 1999. José Mário Branco participou nestes espectáculos e na sua organização. Inclui um excerto do alinhamento do espectáculo "Cantar de Novo", realizado a 11 de Setembro de 1999, na FIL. Inclui ainda referência às canções "Menino de oiro", de José Afonso; e "Os homens que vão para a guerra", canção tradicional harmonizada por Lopes-Graça. Estas canções foram também incluídas nestes espectáculos.

José Mário Branco

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