- PT CEDJMB CX-03-17-009
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- [s.d.]
Transcrição manuscrita do poema com o título "Poema sobre fome", da autoria de Fiama Hasse Pais Brandão.
José Mário Branco
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Transcrição manuscrita do poema com o título "Poema sobre fome", da autoria de Fiama Hasse Pais Brandão.
José Mário Branco
Poema "Uma vez que já tudo se perdeu"
Transcrição manuscrita do poema "Uma Vez Que Já Tudo Se Perdeu", da autoria de Ruy Belo. Este poema foi musicado por José Mário Branco. A canção foi incluída no álbum "Uma Noite de Fados" de Camané, publicado em 1995, com direcção musical de José Mário Branco. A canção foi também incluída nos espectáculos e no álbum "José Mário Branco ao vivo em 1997". Esta transcrição contém o seguinte acrescento ao título do poema: "Carta a João de Sousa, ex-dirigente operário", o que leva a crer que José Mário Branco poderá ter considerado incluir esta canção no álbum "Correspondências" (1991).
José Mário Branco
Excerto manuscrito, com rasuras e acrescentos, da primeira parte de um poema da autoria de Manuela de Freitas e que seria musicado por José Mário Branco, com o título "Revolta ou demissão (Carta a um ditador)". Não há registo desta canção ter sido publicada. A canção é também referida em documentação associada ao disco "Correspondências" (1991) e foi incluída numa gravação caseira em cassete. Presume-se que José Mário Branco possa ter considerado incluir esta canção neste álbum.
Manuela de Freitas
Poema "Eu sou daqui, marinheiro sou"
Poema manuscrito a lápis por José Mário Branco, com o título "Eu sou daqui, marinheiro sou". Presume-se que contenha referência à canção "Marinheiro Só", de Caetano Veloso (1969). Contém uma tabela e diversas contas.
José Mário Branco
Poema "Os cartazes nas paredes"
Poema manuscrito por José Mário Branco, que inicia com os seguintes versos: "Os cartazes nas paredes / dizem tudo que é preciso / e eu fico a olhar pra eles / a ver se ganho juízo".
José Mário Branco
Letra da canção "Lembrei-me de ti sem querer"
Letra da canção "Lembrei-me de ti sem querer", da autoria de Manuela de Freitas. Esta letra foi musicada sobre música de Alfredo Correeiro (Fado Correeiro), tendo sido gravada por Camané com o título "Fado da recaída" e publicada no álbum "Esta coisa da alma" (2000), com arranjos e produção musical de José Mário Branco. José Mário Branco também musicou esta letra numa gravação caseira em cassete, sendo que uma outra versão corresponde à letra da canção "Noite estragada", musicada por José Mário Branco. Não há registo de José Mário Branco ter publicado esta canção.
Manuela de Freitas
Quatro estrofes do poema "Meu Amor, de Madrugada"
Primeiras quatro estrofes do poema "Meu Amor, de Madrugada", de Pedro Tamen, musicado por José Mário Branco numa canção interpretada por Duarte Mendes, incluída na banda sonora do filme "Coitado do Jorge", de Jorge Silva Melo, estreado em 1993. José Mário Branco foi conselheiro musical do filme, em parceria com o actor Pedro Hestnes. José Mário Branco participou também como actor.
José Mário Branco
Três estrofes do poema "Meu Amor, de Madrugada"
Últimas três estrofes do poema "Meu Amor, de Madrugada", de Pedro Tamen, musicado por José Mário Branco numa canção interpretada por Duarte Mendes, incluída na banda sonora do filme "Coitado do Jorge", de Jorge Silva Melo, estreado em 1993. José Mário Branco foi conselheiro musical do filme, em parceria com o actor Pedro Hestnes. José Mário Branco participou também como actor.
José Mário Branco
Poema "Amar-te é Vir de Longe"
Poema "Amar-te é Vir de Longe", de Pedro Tamen, incluído na documentação do filme "Coitado do Jorge", de Jorge Silva Melo, estreado em 1993. José Mário Branco musicou outro poema de Pedro Tamen, "Meu amor, de madrugada", para este filme, com interpretação de Duarte Mendes. Ambos os poemas foram incluídos no livro "Escrito de Memória", publicado em 1973. José Mário Branco foi conselheiro musical do filme, em parceria com o actor Pedro Hestnes. José Mário Branco participou também como actor.
José Mário Branco
Poema / letra de canção manuscrita, sem título, presumivelmente da autoria de José Mário Branco, cuja quadra inicial é "Desistir, desistir / Nem viver, nem morrer / E nem ter de partir / P'ra deixar de aparecer". Presume-se que esteja relacionada com os espectáculos de José Mário Branco realizados em 1997, dos quais resultaria o disco "José Mário Branco ao Vivo em 1997". Este poema / letra foi grafado no verso de uma folha que contém excerto de guião de uma série de animação televisiva.
José Mário Branco